Vestir a camisa: quando a expressão se transforma em demonstração de apoio

funcionários da Net Imóveis vestem a camisa da empresa com orgulho

“Eu visto a camisa” – é assim que falamos quando queremos dizer que acreditamos em algo, que defendemos uma causa ou uma instituição. Uma das funções do uniforme é esta – mostrar que as pessoas apoiam, de certa forma, mesmo que com o trabalho, uma empresa.  Assim, muitas vezes, a expressão se torna literal. As pessoas realmente “vestem uma camisa”, e outras peças, para demonstrar o que pensam, o que querem. São tentativas de uniformizar que acontecem até espontaneamente.

Uma forma divertida de estimular os funcionários vestirem a camisa é em festas de confraternização. Trocar o uniforme tradicional por uma peça especial surte um efeito muito legal.

É como se a empresa dissesse aos funcionários que conta com eles no momento de celebrar também, que há espaço para descontração. Além disso, essa camisa para o evento provoca um efeito visual bastante interessante, reforça o sentimento de pertencimento, a marca e a vontade de vestir a camisa da empresa todos os dias.

Foi o que fez a Net Imóveis, como você pode ver na foto que ilustra este artigo. 

Vestir a camisa por uma causa

Há camisas que fazem história. Quem nunca viu um grupo convocar seus membros para saírem às ruas de branco ou de preto, por exemplo? No histórico “Movimento dos Cara Pintada” isso aconteceu. Em 1992, descontente com os protestos, Color pediu que a população vestisse verde ou amarelo:

Que saiam no próximo domingo de casa, com alguma peça de roupa numa das cores da nossa bandeira. Que exponham nas suas janelas toalhas, panos, o que tiver nas cores da nossa bandeira, porque assim,no próximo domingo, estaremos mostrando onde está a verdadeira maioria.

vestir a camisa no movimento cara pitanda

Mas as pessoas só levaram o verde e amarelo nas pinturas do rosto, a cor das roupas era preta, demonstrando o luto coletivo da nação.

Na histórica Revolução Francesa, as pessoas vestiam-se contra as decapitações com o plastrom –  uma capa preta com colarinho muito alto, cobrindo todo o pescoço. As mulheres usavam lenços vermelhos amarrados no pescoço, como símbolo do sangue que escorria pelas guilhotinas.

Nas manifestações aconteceram em todo país com o grito #vemprarua, houve algumas tentativas de identificar as pessoas. Para dizer não à repressão aos protestos e mostrar que os manifestantes estavam em missão de paz, um grupo em São Paulo convocou as pessoas para vestirem branco em uma segunda-feira, seria a White Monday. O movimento teve tantas confirmações que o grupo fez uma página no Facebook dedicada à ação (Veja aqui: http://on.fb.me/1aKH3Xm) Teve gente que até postou um modelo de sugestão para o White Monday.

Para fazer seu time de trabalho, familiares ou amigos vestirem a camisa com gosto, converse conosco. Marque uma reunião ou peça uma proposta!