Dólmãs » Uniforme dos chefs de cozinha com qualidade e beleza

Dólmãs

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DÓLMÃS A segunda pele dos chefs

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    A dólmã é uma peça que pode ser chamada de a segunda pele do cozinheiro (ou chef), pois é ela que irá protegê-lo de eventuais espirros causados por alimentos e também irá evitar o contato da pele com os ingredientes, prezando assim, pela higiene da cozinha.

    Além da proteção, a dólmã transmite um ar de organização, mostrando para os clientes do restaurante que o estabelecimento se preocupa com o bem-estar de seus consumidores, pois, assim que o cliente ver o chef usando a peça, irá saber que é um ambiente organizado e que zela pelo prato servido.

    MATERIAIS USADOS NA DÓLMÃ

    As dólmãs podem ser produzidas em quatro tecidos, um deles (o menos usado) é a dupla face, mas por serem utilizadas em ambientes mais quentes, não são tão escolhidas. Por outro lado, também existem as de brim e tricoline, que protegem ainda mais contra as chamas e possuem um aspecto mais nobre, por conta de suas matérias-prima.

    Há também aqueles que preferem as dólmãs feitas de poliéster, pois são mais rápidas na secagem, não precisam de passar e ainda possuem um bom custo-benefício.

    DÓLMÃS DE QUALIDADE

    A W3 Uniformes é referência na criação de uniformes para a sua empresa, possuindo diversos modelos em seu catálogo. Se tratando de dólmãs, a W3 já produziu peças para diversas grandes marcas, como Verdemar Supermercados, Kiboo, Affonso’s, Plena, entre muitos outros

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    Dólmã: a segunda pele dos chefs de cozinha

    por emUniformes

    Quem vai a um restaurante e vê os chefs de cozinha com as dólmãs, a mais famosa peça do uniforme de cozinheiros, não tem dúvidas de que trata-se de um estabelecimento organizado. Esse é um dos motivos pelo qual ela é usada.

    Apesar de ter sido inventada por monges franceses, foi o chef Marie-Antoine (Antonin) Carême que modernizou a vestimenta e Auguste Escoffier que enfatizou a importância de usá-la durante a preparação dos pratos, por causa da  ideia de organização e zelo que passam, além de proteger a roupa do cozinheiro e o contato da pele, do braço, por exemplo, com produtos alimentícios.

    Por serem de  manga longa e normalmente serem vestidas por cima de outra roupa, as dólmãs protegem o profissional de superfícies quentes, de se machucarem quando por ventura algum ingrediente espirrar. Pode-se considerar a dólmã, dessa forma, como a segunda pele do profissional que trabalha na cozinha.

    Inclusive, os que escolhem as dólmãs de brim ou tricoline 100% algodão têm uma vantagem extra, são materiais com maior resistência às chamas. As dólmãs de brim e tricoline ainda tem aspecto mais nobre por causa das características da matéria-prima.

    Mas há aqueles que preferem as vantagens das dólmãs de poliéster. Elas secam mais rapidamente, dispensam ferro de passar e são mais em conta.

    Existem algumas dólmãs que são dupla face. No entanto, por serem usadas em ambientes quentes, a maioria não opta por elas.

    A W3 já  confecciona dólmãs, como essa como premiação em uma promoção da W3.

    dólmã confecção W3 uniformes

    Chapeuzinho de cozinheiro (touque blanque) e companhia

    Além da dólmã, essa espécie de jaleco branco, também compõem o uniforme dos chefs:

    Touque blanque – o chapéu alto e redondo, como o da foto anterior. Quanto maior, mais alto é a graduação do cozinheiro;

    Lenço para o pescoço – que muitos pensam ser só um adereço, mas que é usado para absorver o calor;

    Calça – geralmente é xadrez, mas a cozinha moderna tem brincado com as cores

    Avental – a peça dispensa apresentações, mas vale a pena ver as produções criativas da W3 para inovar ao escolher seu avental para a cozinha e outras atividades

    Toalha com velcro – para estar sempre a mão do cozinheiro

    Tamancos de cozinha – são antiderrapantes, tem como objetivo evitar acidentes

     

     

    Curiosidades da história da dólmã

    A origem da dólmã remonta a Era Medieval. Esse uniforme surgiu nos monastérios franceses, onde eram feitas as melhores receitas da época. Os reis da França, que faziam questão de deliciar a comida dos monges, acharam a dólmã interessante e levaram-na para ser usada nas cozinhas de seus reinos. Adiante, no século XVIII, Marie-Antoine (Antonin) Carême tornou as peças mais funcionais e introduziu mais elementos. Já Auguste Escoffier foi responsável por dar à gastronomia o status que tem hoje, além de mudar todo processo da cozinha francesa, organizando-a. Assim, apresentar-se bem, com as dólmãs, era fundamental.

    Ambos chefs são considerados muito importantes. Como sucessor de Carême, Escofier simplificou as receitas dele e escreveu um livro com 5 mil receitas, que é considerado a base da gastronomia em todo mundo até hoje. Ele foi considerado o imperador dos cozinheiros, “título” dado por Kaiser Guilherme II (imperador da Alemanhã) durante uma viagem para a qual foi contratado para servir a frota do império alemão.

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